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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Contagie-me com o seu amor e me preencha com o seu veneno

Vania pensando: “Hoje acordei com vontade de matar algumas pessoas, um amigo meu (se não fosse), meu ex-namorado e um outro cara que fiquei algumas vezes”

Brincadeira? Não, coisa séria. Nós convivemos diariamente com pessoas que aparentam serem normais, apesar de como canta Caetano em sua Vaca Profana, “Mas eu também sei careta, de perto, ninguém é normal, ás vezes, segue em linha reta, a vida, que é “meu bem, meu mal””, existe um consenso que para conviver socialmente temos de ter um mínimo de razoabilidade. A maioria das pessoas não acorda com vontade de matar alguém, ou com vontade de sair batendo o carro, batendo nos outros, isto não quer dizer que não exista, mas, digamos foge um pouco dos padrões.

Então, dos três apenas seu ex-namorado quis se encontrar com ela, no dia 30 de dezembro de 2015 foi até a casa do seu ex e durante a relação sexual deu 11 golpes de facas na vítima, sendo uma no pescoço. A família do moço ouviu os gritos da vítima e correram para ver o que acontecia e ela foi presa em flagrante ainda sem roupas.

E ela contou para a polícia que estava com vontade de matar alguém e que ele segurou a sua mão até morrer, e provavelmente ela achou aquilo muito lindo (tal qual Caetano). Não estava arrependida de ter matado o rapaz, mas também alegou que não estava mais com vontade de matar os outros dois (estes acredito que ficaram aliviados).

Então, em laudos periciais a Vania foi considerada uma psicopata, uma pessoa “normal” até então. Olhe bem para o seu lado.




Katy Perry - E.T. ft. Kanye West




sábado, 16 de abril de 2016

Ela é louca, mas é doce como doces

Na loucura inclusive pode haver a doçura. Por que não? Acredito em pessoas que surpreendem, tomas atitudes as vezes impensáveis, ou acreditam na ousadia como solução, mas conseguem ter resultados. Trocam os pés pelas mãos ou vice-versa, mas o fazem conscientes, de longe ou até de muito perto pode parecer uma loucura, mas para os olhos mais atentos vai identificar a sagacidade da ação.

Fico com um pé atrás ou até os dois com pessoas que acreditam na loucura como sendo uma essência da vida, que os loucos (na verdade porraloucas) são mais bem resolvidos do que os chamados normais. Que são mais felizes. Que são mais autênticos, mais corajosos, ou seja, estão acima do bem e do mal. Na verdade, uma tremenda bobagem, qualquer um utiliza deste expediente idiota para querer ser diferente e como se diz nos dias de hoje para “causar”. Não acrescenta nada para si e nem para os outros e muito menos para comunidade, mas tem aquele olhar (vermelho) que se acha superior porque é diferente. No fundo para mim apenas um “esquisitão”, mais do que eu mesmo.

“Solução melhor é não enlouquecer mais do que já enlouquecemos, não tanto por virtude, mas por cálculo. Controlar essa loucura razoável: se formos razoavelmente loucos não precisaremos desses sanatórios porque é sabido que os saudáveis não entendem muito de loucura. O jeito é se virar em casa mesmo, sem testemunhas estranhas. Sem despesas”.




Plan B - Candy



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