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terça-feira, 1 de novembro de 2016

Amor, me puxe para mais perto, no banco de trás do seu Rover

Não se trata exclusivamente de Brasil, em outros países pelo mundo, principalmente os mais populosos, Índia e China, os transportes coletivos não se limitam a ônibus e táxis, desde muito tempo já é tradicional o transporte coletivo em três e quatro rodas, onde podemos identificar os triciclos e motocicletas, motorizados ou não, fazendo parte do contexto cultural destes países.

No Brasil, apesar do número elevado de veículos em duas quatro rodas que servem ao coletivo e ao individual, desde muito tempo temos em grandes e pequenas localidades os serviços executados pelos moto-táxi, profissionais (e outros nem tanto) que utilizam de motocicletas para transportar encomendas e também passageiros.

Além dos transportes coletivos, ônibus, metros, táxi e ultimamente com o Uber as cidades ainda continuam a sofrer com o trânsito, e para inovar um pouco mais foi criado no Rio de Janeiro o serviço denominado Garupa, ou seja, um Uber para os moto-táxis.

Então, para quem conhece o Uber, o serviço que em julho passou pela fase de testes, adota os mesmos princípios, existe o aplicativo onde o usuário solicita o serviço e já é informado do valor da corrida, e pode pagar em dinheiro ou cartão.

Então, para ser completo falta apenas o ar-condicionado e que as motos sejam todas pretas, e claro, quem sabe uma água ou um suco. É a criatividade de nossos empreendedores.


The Chainsmokers - Closer ft. Halsey








segunda-feira, 11 de abril de 2016

Eu a conheci em um taxi

Não, não se trata da Angélica. Apesar que em 1988 a Angélica ainda nem sonhava em conhecer o narigudo, era apenas uma “cover” da Xuxa, mas, com um estilo próprio (ou não). Na época ela tinha apenas 15 anos, e já lançava uma música com uma letra saliente, por não dizer cheia de segundas intenções. Quase um funk. 

Na verdade, não sei se ela tinha algum caso com o “taxi driver”, mas a letra indica isto. Ela acordava com alguém buzinando (deve ser o taxi), entrou no banho e se tocou e lembrou do olhar dele, ao olhar no espelho lembrou do seu beijo bom, e estava morrendo de saudade, mas nem sabia o seu nome. E além tudo matava aula para se encontrar com um cara que a fazia viajar, se é que você me entende. Com pinta e tudo.

Muito medo da precocidade, sempre. E por falar nisto não vou de taxi, e alias se fosse hoje, a Angélica não iria de taxi, iria de UberX .... que merda, X da Xuxa.


Pela janela do meu quarto
Ouço a buzina
Me chamando
Quem será que vem me acordar?
Mas no banho
Foi só me tocar
De repente
Lembrei do teu olhar

No espelho
A cor do batom
Lembro o beijo
Que foi pra lá de bom...

Vou de táxi, cê sabe
Tava morrendo de saudade
Mas nem lembro do teu nome

Não tem pressa
Teu jeito de olhar pra mim
Me arrepia
Me leva, me faz viajar
Pelo céu..
Pelo sol...
Pelo ar...
A escola pode esperar

Vou de taxi (vou de taxi)
Mas só com você (só com você)
Vou de taxi (vou de taxi)
Só pra te ver (só pra te ver)

Vou de táxi se sabe
Tava morrendo de saudade
Vou de táxi, tô com saudade
Vou de táxi, tô com saudade (saudade)
Vou de táxi, tô com saudade



OSMANI GARCIA Ft. PITBULL, SENSATO - El Taxi






Angélica - Vou De Táxi


quarta-feira, 9 de março de 2016

Mas foda-se aquela pequena rata porque eu sou um Albatroz

Estava encurralado. Correra desabaladamente, tentando escapar. Mas falhara. Agora, ali estava, esbaforido, à mercê das criaturas. A primeira a atacar foi a onça pintada, com seus dentes e garras afiadas. Depois dela, vieram todos: o leão, o urso cinzento, o albatroz, a águia americana, o tigre dentes-de-sabre,a harpia, todos com aqueles olhos vidrados, opacos. Devoraram-no, destrincharam sua carne, alimentaram-se de seus órgãos, reduzindo-o a um amontoado de ossos e pele. Sim, deixaram a pele, quase intacta. Trouxeram a palha, com a qual preencheram o espaço dantes ocupado por seus órgãos, ossos e músculos. Agora era um boneco, com olhos vidrados e lustrosos. Penduraram-no na parede e foram embora. Despertou, num sobressalto, banhado em suor. Recolheu as garrafas de absinto e os instrumentos, jogando-os na lata de lixo. — É. Vou me aposentar. Vou ser motorista de táxi. — disse, em voz alta, o velho taxidermista. 



AronChupa - I'm an Albatraoz



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