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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

O que mais podemos fazer quando nos sentimos triste?

Muita coisa, ou quase nada. Depende muito do nível de tristeza. Sim, existe níveis de tristeza, alguns não passam de algum tipo de contrariedade temporária, o cabelo desarrumou, o carro sujou, então pode-se subir de nível, o passarinho morreu, uma doença, um parente faleceu ou as vezes sem mais nem menos se fica triste e nem se sabe bem porque, deprime, entra numa espiral e fica difícil sair de lá.

Então, nestes momentos busca-se ajuda, nem sempre, e também não quer dizer que vai melhorar. Alguns buscam uma “cura” com profissionais da área, um psicólogo outros com amigos, outros na bebida, e ainda outros na igreja. Mas, no fundo, quase tudo paliativo, porque é necessário acima de tudo que mudemos o foco, procuremos algum motivo para sair disso.

A tristeza deve ser encarada apenas com uma defesa de nosso organismo ou da “alma”, um sentimento que não nos permite ser indiferentes e maníacos, entretanto a preservação desta situação nos leva para caminhos sombrios.


Ainda depende muito de cada um, apesar de toda ajuda e incentivo, temos de saber sair disto.


Major Lazer - Cold Water (feat. Justin Bieber & MØ)


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Lá vamos nós

Eu tenho algumas manias, lógico que para mim não são manias, apenas algumas contrariedades, mas, “eu sou normal”. No horário destinado a refeição, quando todos estão se alimentando não me incomoda o mastigar das pessoas, entretanto num determinado horário, principalmente no trabalho quando alguém começa a mastigar isto me causa uma certa irritação, claro, nada insuportável que eu seja obrigado a pedir para o outro parar a mastigação, mas, fico incomodado. Apenas isso.

Um outro caso, não gosto, não fico a vontade com pessoas que passam por esta vida para reclamar, reclamam da chuva, reclamam do sol, reclamam do calor, reclamam do frio. Não estou nem entrando no mérito que pessoas assim já trazem isto consigo desde criança, ou que seja genético ou até mesmo de encarnações passadas. Apenas acho extremamente chato. Nada contra algumas reclamações pontuais, identificáveis, reais e ocasionais, mas não que tudo e todos sejam objetos de reclamações.

Alguns psicólogos insistem que reclamar faz parte da vida e até faz bem, age como uma catarse, purifica a mente e a alma, é uma válvula de escape para as mazelas. Entretanto outros já afirmam o contrário, que as emoções negativas advindas das reclamações constantes afetam tanto o “reclamante” quanto as pessoas próximas, e esta constância faz com que nunca saiamos do estado negativo.

Não sei exatamente como isto é explicado cientificamente, mas é real, afinal nosso cérebro é carregado de impulsos elétricos, e isto acaba contaminando e contagiando todos ao redor. Um pouco mais, um pouco menos, mas, somos nós mesmos que formamos o que queremos ser e queremos ter.




Flo Rida - Whistle


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

E estou me sentindo tão pequeno

Não sou um idiota (só um pouco) e nem insensível o bastante para afirmar que as doenças emocionais são apenas frescuras de quem afirma ter e sofrer por isso e que precisa da ajuda de profissionais da área psicológica.

Mas também acredito que existe uma banalização muito grande, uma inconsistência e ao mesmo tempo uma falta de prioridades para entender até que ponto é uma doença ou uma dramatização exagerada dos problemas corriqueiros, problemas diários que acontece com todo mundo, entretanto alguns já não conseguem lidar tão bem e se “acostumam” a se tratarem inclusive com doses diárias de remédio, quando deveriam aprender e aceitarem que faz parte do cotidiano resolver problemas.

Sei lá, não sou nenhum psicólogo, psiquiatra ou entendedor da mente humana, mas, alguns profissionais da área já começam a entender tal situação e acreditam que existe um excesso, e que as emoções devam e precisam continuarem expressando o que somos e não trata-las na maioria dos casos como um transtorno quando na verdade não são.

Por aí, problemas vão existir sempre, um pouco mais e um pouco menos, a maioria causados por nós mesmos, como dizia aquela candidata a prefeita, relaxa e goza, ou não.



A Great Big World, Christina Aguilera - Say Something


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